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Seguradoras reagem à possível criação de estatal para o setor

As empresas privadas da área de seguros reagiram a uma proposta do governo de criar uma estatal para atuar no setor. As críticas já provocaram um recuo do Ministério da Fazenda.

Quem faz um financiamento para a compra da casa própria, paga junto com a prestação um seguro que garante ao banco o recebimento da parcela. O mesmo mecanismo é usado pelos exportadores e pelo próprio governo para garantir as obras públicas. Hoje, no Brasil, quase 200 empresas atuam no mercado de seguros. O governo decidiu criar uma estatal para o setor.

Pelo texto que o Ministério da Fazenda encaminhou à Casa Civil, os recursos para a nova seguradora virão da União, da venda de ações e de bens públicos. A empresa poderá atuar em qualquer modalidade de seguro. O que fez as empresas do setor reagirem.

"É um retrocesso total. No século 21, o mercado segurador com uma empresa estatal é um pesadelo. Uma empresa estatal para competir com as outras empresas no Brasil", diz Jorge Hilário, presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSeg).

O setor também rebateu o argumento do governo de que o mercado de seguros não tem condições de cobrir grandes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como a construção de hidrelétricas. Depois das fortes críticas, o Ministério da Fazenda recuou. Decidiu que em vez de medida provisória, que criaria imediatamente a empresa, o assunto vai estar em um projeto de lei, que terá de ser aprovado pelo Congresso Nacional.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, também anunciou que fará mudanças na proposta.

"O texto ainda vai ser aperfeiçoado é vai se restringir a essas modalidades. Grandes projetos de infraestrutura, Minha Casa Minha Vida, programa habitacional que é o grande vulto é para as exportações, circunscrito a esses três setores", disse.

Fonte: G1.com.br

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